A demanda aparece quando a unidade já está pressionada
Sem um canal de entrada estruturado, a gestão enxerga o aumento de sintomas e procura por atendimento tarde demais.
O Pulso transforma conversas no WhatsApp em orientação para o cidadão e sinais organizados para municípios, consórcios e regiões de saúde — sem confundir tecnologia com diagnóstico.
Ela começa na dúvida, na demora para buscar cuidado e na falta de uma leitura compartilhada sobre o que está acontecendo em cada território. O Pulso atua exatamente nessa entrada.
Sem um canal de entrada estruturado, a gestão enxerga o aumento de sintomas e procura por atendimento tarde demais.
UBS, UPA e outros pontos cumprem papéis diferentes. Quando a orientação falha, a rede concentra filas onde não deveria.
Planilhas e relatos isolados não mostram, no mesmo recorte, risco, sintomas, território e evolução da demanda.
O fluxo conecta acolhimento, regras assistenciais e visão territorial sem exigir que o cidadão compreenda a estrutura da rede antes de pedir ajuda.
O cidadão acessa um canal conhecido, sem instalar aplicativo, e responde a um fluxo guiado de acolhimento.
Acesso simples e linguagem configurável
O motor coleta sinais e sintomas, aplica regras de classificação e deixa claro que orientação inicial não substitui diagnóstico.
Protocolo, alertas e supervisão humana
Conforme risco, localização e regras locais, o fluxo pode apoiar a orientação entre atenção básica, urgência e emergência.
Roteamento alinhado à rede disponível
Cada jornada alimenta painéis de volume, risco, sintomas e território para apoiar decisões operacionais e epidemiológicas.
Do atendimento individual à visão coletiva
O painel organiza sinais da porta de entrada para apoiar leitura operacional e epidemiológica.
Distribuição das classificações e evolução da pressão sobre a porta de entrada.
Demanda por bairro ou região para apoiar mobilização local e organização de capacidade.
Sinais agregados ajudam a identificar mudanças que merecem investigação da vigilância.
Recortes coerentes para acompanhar rede, territórios e pontos de cuidado participantes.
Gestão, assistência e vigilância acessam apenas o necessário para sua função.
A conversa deixa de ser texto solto e passa a gerar dados utilizáveis e auditáveis.
O Pulso organiza o fluxo digital sem ocupar o lugar da decisão clínica. A implantação deve nascer com escopo, responsáveis, critérios de escalonamento e revisão contínua.
Uma rede não precisa mudar tudo de uma vez. Um piloto bem delimitado cria uma base real para avaliar aderência, operação e próximos passos.
Definição do território, população, unidades participantes e objetivo operacional que será acompanhado.
Cadastro de pontos de cuidado, regras de orientação, linguagem, protocolos e perfis de acesso.
Entrada gradual, monitoramento do fluxo e canal claro para ajustes com as equipes assistenciais e de gestão.
Leitura dos sinais do piloto, registro dos aprendizados e decisão informada sobre novas regiões ou jornadas.
Um canal de entrada orienta o cidadão e dá à gestão uma leitura única sobre procura, risco e território.
O fluxo pode refletir unidades e regras locais, mantendo uma visão regional sem apagar responsabilidades de cada organização.
Sinais agregados de sintomas e localização oferecem uma camada adicional para investigar tendências e planejar respostas.
Não. A plataforma organiza uma orientação inicial e apoia a classificação e o encaminhamento. A decisão clínica continua com profissionais e protocolos da rede.
Não. A proposta usa o WhatsApp como porta de entrada, reduzindo atrito de acesso e permitindo uma jornada guiada no canal que a população já utiliza.
Sim. O caminho recomendado é um piloto com escopo, responsabilidades e critérios de avaliação definidos antes de qualquer expansão.
O desenho considera minimização, consentimento, isolamento por organização, permissões por papel e trilhas de auditoria. O arranjo final deve refletir as políticas e bases legais do ente público.
Converse com a equipe Pulso sobre território, jornada prioritária e desenho de um piloto responsável.